By using this site, you agree to the Privacy Policy and Terms of Use.
Accept
O SulistaO SulistaO Sulista
  • Home
  • Notícias
    NotíciasShow More
    Megaoperação contra o crime organizado mobiliza polícia no Paraná e em Santa Catarina
    Megaoperação contra o crime organizado mobiliza polícia no Paraná e em Santa Catarina
    Por Diego Velázquez
    Hugo Galvão de França Filho
    Descubra como a integração de canais pode acelerar o crescimento do seu varejo
    Por Diego Velázquez
    Elmar Juan Passos Varjão Bomfim
    Engenharia de fundações: o trabalho invisível que decide o destino de grandes obras 
    Por Diego Velázquez
    Frente fria, temporais e risco de geada: o que os moradores do Sul do Brasil precisam saber nos próximos dias
    Por Diego Velázquez
    Sigma Educação e Tecnologia Ltda
    Educação antirracista além dos projetos pontuais: um debate cada vez mais relevante para a Sigma Educação e as escolas brasileiras
    Por Diego Velázquez
  • Política
    PolíticaShow More
    Disputa pelo Senado no Rio Grande do Sul tem seis pré-candidatos fortes para 2026
    Disputa pelo Senado no Rio Grande do Sul tem seis pré-candidatos fortes para 2026
    Por Diego Velázquez
    Combustíveis mais baratos e exportações em alta: o que as medidas federais recentes significam para o Sul do Brasil
    Por Diego Velázquez
    Políticas Públicas para Mulheres no Paraná: O Que o Livro Lançado pelo Governo Estadual Revela Sobre o Avanço Real da Agenda de Gênero
    Políticas Públicas para Mulheres no Paraná: O Que o Livro Lançado pelo Governo Estadual Revela Sobre o Avanço Real da Agenda de Gênero
    Por Diego Velázquez
    A transparência na governança de fundos públicos no Rio Grande do Sul e o desafio da prestação de contas em tempos de reconstrução
    A transparência na governança de fundos públicos no Rio Grande do Sul e o desafio da prestação de contas em tempos de reconstrução
    Por Diego Velázquez
    Rio Grande do Sul fortalece políticas de empregabilidade e qualificação profissional em debate estratégico
    Rio Grande do Sul fortalece políticas de empregabilidade e qualificação profissional em debate estratégico
    Por Diego Velázquez
  • Tecnologia
    TecnologiaShow More
    Região Sul reforça posição como polo de startups e tecnologia no Brasil
    Região Sul reforça posição como polo de startups e tecnologia no Brasil
    Por Diego Velázquez
    Data centers e inteligência artificial: por que a nova corrida tecnológica pode beneficiar o Sul do Brasil
    Por Diego Velázquez
    Neusoft em Porto Belo: O Que o Investimento de R$ 250 Milhões em Santa Catarina Revela Sobre o Novo Mapa da Tecnologia Médica no Brasil
    Neusoft em Porto Belo: O Que o Investimento de R$ 250 Milhões em Santa Catarina Revela Sobre o Novo Mapa da Tecnologia Médica no Brasil
    Por Diego Velázquez
    A robotização do campo e o intercâmbio tecnológico dos produtores do Paraná com o ecossistema de inovação global
    A robotização do campo e o intercâmbio tecnológico dos produtores do Paraná com o ecossistema de inovação global
    Por Diego Velázquez
    Tecnologia na educação ganha força com o Programa Desafio Paraná e transforma o ensino público
    Tecnologia na educação ganha força com o Programa Desafio Paraná e transforma o ensino público
    Por Diego Velázquez
Font ResizerAa
O SulistaO Sulista
Font ResizerAa
  • Home
  • Notícias
  • Política
  • Tecnologia
Política

Disputa pelo Senado no Rio Grande do Sul tem seis pré-candidatos fortes para 2026

Diego Velázquez
Por Diego Velázquez
Compartilhar
8 Min de leitura
Disputa pelo Senado no Rio Grande do Sul tem seis pré-candidatos fortes para 2026
Disputa pelo Senado no Rio Grande do Sul tem seis pré-candidatos fortes para 2026
Compartilhar

Análise de cientista político aponta indefinição na corrida por duas vagas gaúchas e movimentos estratégicos entre os principais nomes.

O Rio Grande do Sul entra na fase decisiva do calendário eleitoral de 2026 com uma pergunta que ainda não tem resposta clara: quem vai ocupar as duas vagas gaúchas no Senado Federal a partir de 2027? Diferente da corrida ao governo do estado, que já concentra boa parte da atenção pública, a disputa pelo Senado avança de forma silenciosa, mas extremamente competitiva. Pelo menos seis nomes despontam com potencial real de vitória, divididos entre esquerda, centro e direita, e nenhum deles aparece, até agora, como favorito absoluto. A leitura é do cientista político Carlos Borenstein, em análise recente à Arauto News. Para o eleitor gaúcho, entender essa disputa importa porque o resultado de outubro vai definir parte da representação do estado em Brasília pelos próximos oito anos, justamente em um momento de reconstrução pós-enchentes e de debates importantes sobre o futuro econômico da região.

Contents
Análise de cientista político aponta indefinição na corrida por duas vagas gaúchas e movimentos estratégicos entre os principais nomes.Seis nomes disputam as duas vagas gaúchas no SenadoEstratégias de alianças e apoios movimentam a corridaPor que essa disputa só deve ficar clara perto da eleição

Seis nomes disputam as duas vagas gaúchas no Senado

De acordo com o levantamento de Borenstein, os pré-candidatos que já demonstram força eleitoral se dividem em três blocos. À esquerda aparecem a ex-deputada federal Manuela d’Ávila e o deputado federal Paulo Pimenta, ambos com histórico de atuação em Brasília e base consolidada entre eleitores progressistas. No centro do espectro político, o ex-governador Germano Rigotto e o deputado estadual Frederico Antunes tentam atrair um público mais moderado, menos identificado com as polarizações nacionais. Já à direita, o deputado federal Marcel Van Hattem e o também deputado federal Sanderson disputam o eleitorado mais conservador do estado. Pesquisas divulgadas ao longo de 2026, como as dos institutos Methodus, Genial/Quaest e Real Time Big Data, têm mostrado oscilações constantes entre esses nomes, sem que nenhum deles consiga se firmar com uma vantagem confortável.

As duas cadeiras em disputa pertencem hoje aos senadores Luis Carlos Heinze, do PP, e Paulo Paim, do PT, que decidiram não buscar a reeleição e devem se aposentar da vida política ao final do mandato atual. Isso abriu espaço para uma renovação significativa na bancada gaúcha no Senado, algo que historicamente costuma acontecer no estado. Borenstein lembra que, nas últimas três eleições em que o Rio Grande do Sul renovou duas vagas na Casa, os eleitos sempre vieram de campos políticos diferentes entre si, o que reforça a tese de que a disputa deste ano também deve terminar com um equilíbrio entre forças distintas. Some-se a isso o fato de que o governador Eduardo Leite, do PSD, ainda avalia se vai disputar a Presidência da República ou recuar para uma candidatura ao Senado, o que pode mexer ainda mais no tabuleiro político gaúcho nas próximas semanas.

Estratégias de alianças e apoios movimentam a corrida

Com o cenário tão aberto, os movimentos em torno da escolha de suplentes ganharam peso estratégico nas últimas semanas. Paulo Pimenta trabalha para confirmar o deputado estadual Vieira da Cunha como seu primeiro suplente, em uma tentativa de ampliar o alcance de sua candidatura entre as bases do PDT. Manuela d’Ávila, por sua vez, aposta em uma aliança com Henrique Fontana, nome de peso entre o eleitorado mais identificado com o PT, buscando fidelizar o voto ideológico de esquerda. Já no campo de centro, Germano Rigotto recebeu recentemente o apoio simbólico do ex-senador Pedro Simon, histórico nome do MDB gaúcho, em um gesto que Borenstein avalia como capaz de gerar mobilização relevante entre as bases do partido.

Do lado direito do espectro, Marcel Van Hattem avalia ter Sérgio Turra como primeiro suplente, numa estratégia para dialogar com o eleitorado ligado ao PP, enquanto Frederico Antunes tenta capitalizar politicamente sua passagem recente pelo governo do estado, período em que atuou como líder de Eduardo Leite na Assembleia Legislativa. Para Borenstein, ainda que três nomes (Van Hattem, Rigotto e Manuela) apareçam com uma vantagem inicial em pesquisas recentes, a disputa permanece totalmente em aberto, sobretudo porque a eleição ao Senado tende a ganhar contornos mais claros apenas na reta final da campanha, quando o eleitor já decidiu seu voto para presidente e governador.

Por que essa disputa só deve ficar clara perto da eleição

Um dos pontos centrais da análise de Borenstein é o comportamento típico do eleitor brasileiro em eleições gerais. Segundo o cientista político, o eleitorado concentra sua atenção, primeiro, na corrida presidencial, depois na disputa pelo governo do estado, deixando a escolha dos dois votos para o Senado para os últimos dias antes do pleito, marcado para 4 de outubro de 2026. Essa lógica explica, em parte, por que pesquisas eleitorais sobre a disputa ao Senado no Rio Grande do Sul costumam registrar índices elevados de indecisão, em alguns levantamentos superiores a 60% do eleitorado. Levantamentos feitos por institutos como Methodus e Real Time Big Data confirmam esse padrão, com cenários que mudam de forma significativa a cada nova pesquisa divulgada.

Para o eleitor gaúcho, esse cenário reforça a importância de acompanhar a movimentação política nos próximos meses, já que decisões sobre suplência, composição de chapas e até a definição final de Eduardo Leite sobre concorrer ao Senado ou à Presidência podem reconfigurar todo o tabuleiro eleitoral. Como destaca Borenstein, como a eleição para o Senado é decidida em turno único, basta a um candidato somar cerca de 30% dos votos válidos para garantir uma das vagas, o que torna o jogo de alianças tão relevante quanto o desempenho individual de cada postulante nas urnas.

A corrida pelas duas vagas gaúchas no Senado promete ser, portanto, um dos capítulos mais imprevisíveis das eleições de 2026 no Rio Grande do Sul. Com seis nomes competitivos e nenhuma definição clara até o momento, o eleitor terá nas próximas semanas e meses uma série de novidades para acompanhar, desde pesquisas atualizadas até possíveis mudanças nas alianças já anunciadas. Mais do que escolher representantes para Brasília, os gaúchos vão decidir, nas urnas de outubro, qual equilíbrio de forças políticas vai falar pelo estado no Congresso Nacional pelos próximos oito anos. Vale a pena ficar atento aos próximos desdobramentos dessa disputa, que ainda deve ganhar novos contornos antes da definição oficial das candidaturas.

Fontes:

  • Portal Arauto
  • Exame
  • Instituto Methodus

Autor: Diego Rodríguez Velázquez

Compartilhe esse artigo
Facebook Copie o link Print
Megaoperação contra o crime organizado mobiliza polícia no Paraná e em Santa Catarina

Operação Panóptico cumpre mais de 300 mandados judiciais simultaneamente em quatro estados…

Crescimento equilibrado e sustentável coloca estado em posição de destaque no cenário nacional

O estado vem se consolidando como uma das unidades federativas mais equilibradas…

Sul do Brasil conquista espaço internacional com destaque em produção musical televisiva

O Sul do Brasil tem ganhado protagonismo cultural e paisagístico em uma…

Leia mais

Rio Grande do Sul fortalece políticas de empregabilidade e qualificação profissional em debate estratégico
Política

Rio Grande do Sul fortalece políticas de empregabilidade e qualificação profissional em debate estratégico

Por Diego Velázquez
Política

Combustíveis mais baratos e exportações em alta: o que as medidas federais recentes significam para o Sul do Brasil

Por Diego Velázquez
Política

Uma fronteira invisível: migração interna e o debate sobre integração no Sul do Brasil

Por Diego Velázquez
Políticas Públicas para Mulheres no Paraná: O Que o Livro Lançado pelo Governo Estadual Revela Sobre o Avanço Real da Agenda de Gênero
Política

Políticas Públicas para Mulheres no Paraná: O Que o Livro Lançado pelo Governo Estadual Revela Sobre o Avanço Real da Agenda de Gênero

Por Diego Velázquez

Descubra o que realmente importa na Região Sul do Brasil. O Sulista traz as notícias mais relevantes e urgentes de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná. De Curitiba a Porto Alegre, de Florianópolis a Caxias do Sul, nossa equipe cobre os fatos que impactam sua vida.

Megaoperação contra o crime organizado mobiliza polícia no Paraná e em Santa Catarina
Megaoperação contra o crime organizado mobiliza polícia no Paraná e em Santa Catarina
junho 22, 2026
Região Sul reforça posição como polo de startups e tecnologia no Brasil
Região Sul reforça posição como polo de startups e tecnologia no Brasil
junho 22, 2026
O Sulista - [email protected] - tel.(11)91754-6532
  • Home
  • Notícias
  • Sobre
  • Quem Faz
  • Contato
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?